ESTUDO COMPARATIVO DA FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE PILATES EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS

Bianca D’ Ella Cássia Rodrigues de Carvalho, Hugo Politano, Uebister Igor dos Santos Guedes, Matheus Valério Almeida Oliveira, Adriano de Almeida Pereira, Braulio Nascimento Lima, Marcelo Francisco Rodrigues, Luis Felipe Silio, José Ricardo Lourenço de Oliveira, Ídico Luiz Pellegrinotti, Ricardo Pablo Passos, Guanis de Barros Vilela Junior

Resumo


Objetivo do presente estudo foi identificar e comparar a flexibilidade em praticantes de pilates em diferentes faixas etárias. Adotou-se a metodologia por meio de uma pesquisa quantitativa, de caráter descritivo, de cunho transversal, de tipologia quase-experimental. A amostra contou com 24 indivíduos do sexo feminino, ativos na modalidade pilates por um período entre seis meses a dois anos ininterruptos e numa faixa etária entre 40 a 79 anos. A amostra foi dividida em grupos de acordo com a idade: G1 = 40 a 49 anos (n = 5); G2 = 50 a 59 anos (n = 7); G3 = 60 a 69 anos (n = 5) e G4 = 70 a 79 anos (n = 7). O teste de sentar e alcançar foi utilizado para verificar o comportamento da flexibilidade. Resultados e discussão: após realizar o tratamento estatístico análise da variância (ANOVA), obteve-se p = 0,183, sendo p > 0,05, mostrando que não houve diferença significativa da flexibilidade entre os grupos. Conclui-se que o pilates proporciona a manutenção da flexibilidade de seus praticantes em diferentes faixas etárias, evitando uma redução dessa capacidade.

Palavras-chave


Idosos. Pilates. Flexibilidade.

Referências


ACHOUR JUNIOR A. (1996). Bases para exercícios de alongamento relacionado com a saúde e no desempenho atlético. Londrina: Midiograf.

BERTOLLA F, BARONI BM, LEAL JUNIOR ECP & OLTRAMARI, JD. (2007). Efeito de um programa de treinamento utilizando o método Pilates na flexibilidade de atletas juvenis de futsal. Rev. bras. med. esporte. 13(4): 222-226. https://doi.org/10.1590/S1517-86922007000400002.

CAMARÃO T. (2004). Pilates no Brasil: corpo e movimento (2. ed). Rio de Janeiro: Elsevier.

CURI, VS. (2009). A influência método pilates nas atividades de vida diária de idosas [Dissertação]. p. 15. Disponível em https://hdl.handle.net/10923/3634.

FERREIRA L, BARBOSA TD, GOBBI S & ARANTES LM. (2008). Capacidade funcional em mulheres jovens e idosas: projeções para uma adequada prescrição de exercícios físicos. Rev. educ. fis. 19(3): 403-412. https://doi.org/10.4025/reveducfis.v19i3.5995.

FIGUEIRA A. A Flexibilidade. In: DANTAS EHM. (2018). Alongamento e Flexionamento (6. ed). Barueri: Manole. pp. 40-71.

MENDES PMV, SANTOS LE, MESQUITA LSA, & CARVALHO FT. (2015). Análise da funcionalidade e Flexibilidade de mulheres em exercícios de pilates no solo. Arch. Health Sci. 22(1): 53-57. https://doi.org/10.17696/2318-3691.22.3.2015.238.

NOVAES GS, MANSUR H, & NUNES RAM. (2011). Grupos especiais: avaliação, prescrição e emergências clínicas em atividades físicas (1. ed). São Paulo: Ícone. p. 62.

PITANGA, FJG. Testes, medidas e avaliação em educação física e esportes (5. ed). São Paulo: Phorte, 2008. p. 196.

RODRIGUES, PB. (2010). Efeito do método pilates sobre a flexibilidade e qualidade de

vida de estudantes de odontologia [Dissertação]. Disponível em http://repositorio.unitau.br/jspui/handle/20.500.11874/279.

SINZATO CR, TACIRO C, PIO CA, TOLEDO AM, CARDOSO JR, & CARREGARO RL. (2013). Efeitos de 20 sessões do método Pilates no alinhamento postural e flexibilidade de mulheres jovens: estudo piloto. Fisioter. Pesqui. 20(2): 143-150. https://doi.org/10.1590/S1809-29502013000200008.

TOZIM BM, FURLANETTO MG, FRANÇA DML, MORCELLI MH, & NAVEGA MT. (2014). Efeito do método pilates na flexibilidade, qualidade de vida e nível de dor em idosos. ConScientiae Saúde. 13(4): 563-570. https://doi.org/10.5585/conssaude.v13n4.4904.

UENO LM, OKUMA SS, MIRANDA ML, JACOB FILHO WJ, & LEE LH. (2000). Análise dos efeitos quantitativos e qualitativos de um programa de educação física sobre a flexibilidade do quadril em indivíduos com mais de 60 anos. Motriz. 6(1): 9-16. Disponível em http://www.rc.unesp.br/ib/efisica/motriz/06n1/6n1Linda.pdf.

OBSERVAÇÃO: Os autores declaram não existir conflitos de interesse de qualquer natureza.


Texto completo: PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.