COMPARAÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO E DA PERCEPÇÃO DE DOR ENTRE IDOSAS PARTICIPANTES E NÃO PARTICIPANTES DE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIOS

Marcus Thadeu Diniz Martins, Fabíola J. M. Novaes, Daniel C. Gomes, Leandro B. Camargo, Gustavo C. Martins, Carlos H. P. Fileni, Ricardo P. Passos, Bráulio N. Lima, Guanis B. Vilela Junior Vilela Junior, Alexandre M. Farias, Klebson da Silva Almeida

Resumo


O objetivo do presente estudo foi comparar a amplitude de movimento (ADM) do complexo articular do ombro (CAO) e da percepção de dor entre participantes do Programa Saúde do Idoso (PSI) de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e não participantes de programas de promoção a atividade física. A amostra composta por 20 idosas foi dividida em dois grupos: participante de 12 semanas do PSI (GP) e não participantes do PSI (GC). Realizou-se dois tipos de coleta de dados, sendo um por meio do questionário shoulder pain and disability index – SPADI-Brasil, para verificação do nível de dor e incapacidade do CAO e percepção de dor e outro por meio de avaliação da ADM do CAO por meio de goniometria. Para análise estatística, usou-se os testes Shapiro-Wilk para testar a distribuição normal dos dados, Levene para testar homogeneidade de variância das variáveis, Testes T (teste t de Student) para testar as diferenças entre médias. O nível de significância estatística adotado foi de 5% (P≤0,05). Foram encontradas diferenças estatisticamente significantes no peso das participantes e na escala de dor. Na avaliação goniométrica, os achados revelaram diferenças estatisticamente significantes para os movimentos de flexão, abdução e rotação interna do ombro no grupo participante, onde o grupo GP apresentou menos ADM em relação ao GC. O programa de exercícios propostos, possivelmente, promoveu um aumento de rigidez musculotendínea.

Palavras-chave


Idosas; Exercícios físicos; Amplitude do movimento; Complexo articular do ombro (CAO)

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