Inclusão na universidade: impacto na qualidade de vida e na atividade física

Jaqueline Girnos Sonati, Roberto Vilarta, Erika da Silva Maciel, Dênis Marcelo Modeneze, Guanis de Barros Vilela Junior, Fernando Rodrigues Peixoto Quaresma, Milva Maria Figueiredo De Martino

Resumo


Verificou-se o impacto de um programa para inclusão de alunos da rede pública em universidade pública, na qualidade de vida e nível de atividade física. Participaram 36 estudantes em 2011 e reavaliados 28 em 2012. Utilizou-se o WHOQOL-bref para a avaliação da qualidade de vida e o IPAQ para o nível de atividade física, mediu-se a massa corporal, estatura, circunferência abdominal, composição corporal e parâmetros sanguíneos (glicemia, colesterol total e triglicérides). Para comparar os grupos considerou-se nível de significância p<0,05. Encontrou-se maioria do sexo feminino (67,3% em 2011 e 53,6% em 2012), idade 17 (±0,65) anos, IMC, percentual de gordura corporal, circunferência abdominal e parâmetros bioquímicos com valores normais. Houve diferença significante para os domínios físico e psicológico e não houve diferença significante para os níveis de atividade física. Observamos piora da qualidade de vida dos alunos após 18 meses e diminuição do nível de atividade física.


Palavras-chave


Estudantes; Qualidade de vida; Nível de atividade física

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